segunda-feira, 21 de agosto de 2017

AULA 1/2 MARCOS BASÍLIO e PAULO

Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
Curso de Publicidade e Propaganda
Disciplina de Redação Publicitária
Alunos: Marcos Basílio / Paulo Ribeiro

Critica sobre o artigo Os Desafios Culturais da Propaganda na Modernidade”.

Como observamos no artigo “Os Desafios Culturais da Propaganda na Modernidade”, a Publicidade tem sua raiz norte-americana que encontra no Brasil um terreno abundantemente fértil em cultura, matéria-prima para a Propaganda nacional. Mas até que ponto o cultural ficou obsoleto para a eficiência da propaganda? Onde tal influencia atingiu a formação de gerações de consumidores?

Nos primórdios da publicidade e propaganda no nosso país, cada ilustração, texto e vinheta sonora que eram veiculadas no rádio e nos comerciais de TV, eram produzidos por ilustradores, escritores e músicos prestigiados e famosos.  Pessoas culturalmente conhecidas, que tinha suas raízes Brasileiras e conheciam cada ponto excepcional da arte, assim usavam destes talentos para criar e influenciar seus “seguidores” a consumir. Mais tudo era belo, sem apelação forçada, e sem exagero ou americanização por parte dos “propagandistas”.

Porém “Não só de cultura viverá o mercado”.  Construir uma imagem mais agressiva para o consumo foi necessária no ponto de vista dos negócios, com a chegada dos produtos americanos que tanto cresciam no Brasil, foi preciso adequar uma linguagem padronizada. Começa a se construir uma Propaganda de deslumbre mostrando o exagero, onde o comportamento americano seria o mais necessário para os brasileiros aderirem. Um dos exemplos foi a Influencia da moda com o intuito de aumentar as vendas dos produtos de beleza para as mulheres. Criando um mundo especulativo, fora do normal, ate fantasioso em si. Com este advento impulsionado pelas vendas e a industrialização, o estilo de propaganda e de se fazer publicidade vai sendo alterado para se enquadrar na “moda” influenciada pelas grandes empresas.

Portanto e evidente perceber por esta perspectiva onde um cenário que tinha como estilo a cultura para as campanhas publicitarias, foi se extinguindo e dando lugar a uma cultura fora dos padrões e das realidades do nosso país. A forma original e bela que havia nos anúncios, nas vinhetas e demais conteúdos direcionados ao público onde a sedução era transmitida de uma forma mais singular e clássica. Foi excluída, abolido os formatos moldados pela cultura brasileira. Concordo de forma ate exagerada com a afirmação de CORREA (2010) “não existe comunicação sem cultura“.

Nenhum comentário:

Postar um comentário